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A promoção da saúde é o processo que ajuda as pessoas e as comunidades a aumentar o controlo sobre a sua saúde e a melhorá-la. Segundo a Organização Mundial da Saúde, este processo inclui criar condições sociais, económicas e ambientais que favoreçam estilos de vida saudáveis e previnam doenças, em vez de se limitar ao tratamento quando o problema já existe. A promoção da saúde reconhece que fatores como educação, ambiente, habitação, rendimento e participação comunitária influenciam fortemente o bem estar, e por isso atua para melhorar esses determinantes e capacitar as pessoas a fazer escolhas saudáveis.
Os determinantes sociais da saúde são as condições em que as pessoas nascem, crescem, vivem, trabalham e envelhecem, bem como o acesso que têm a recursos como educação, emprego, habitação, transporte, rendimento e serviços de saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estas condições influenciam fortemente o bem estar e explicam muitas das diferenças de saúde entre grupos populacionais, incluindo desigualdades evitáveis e injustas.
Estas condições resultam tanto do ambiente físico e social como de fatores económicos e políticos que moldam a vida diária das pessoas. Por isso, melhorar os determinantes sociais é essencial para promover a saúde e reduzir desigualdades.
O acesso à saúde significa que todas as pessoas conseguem obter os serviços de saúde de que precisam, no momento certo, sem barreiras económicas, geográficas, culturais ou discriminatórias. Segundo entidades internacionais, ter acesso à saúde implica poder usar os serviços de forma oportuna, permitindo alcançar os melhores resultados possíveis. Isso inclui ter cuidados próximos, acessíveis, de qualidade e sem discriminação. Quando existem obstáculos — como falta de transporte, custos elevados, ausência de serviços ou discriminação — as pessoas têm piores resultados de saúde e maiores desigualdades.
Os sistemas de saúde são o conjunto de pessoas, instituições, recursos e ações cuja missão principal é promover, manter ou recuperar a saúde das populações. Segundo a Organização Mundial da Saúde, um sistema de saúde inclui todos os serviços de cuidados, desde prevenção e tratamento até reabilitação e cuidados paliativos, bem como os recursos necessários para que esses serviços funcionem, como profissionais de saúde, financiamento, equipamentos, informação e coordenação.
Em termos simples, é tudo aquilo que funciona em conjunto para garantir que as pessoas têm acesso a cuidados de saúde de qualidade e que a sociedade consegue responder às necessidades de saúde dos seus cidadãos.
As políticas de saúde são o conjunto de decisões, planos e ações que orientam a forma como um país, região ou comunidade promove, organiza e melhora a saúde da população. Segundo a Organização Mundial da Saúde, estas políticas definem objetivos de saúde, distribuem recursos, estabelecem regras e orientam a criação de serviços, programas e medidas que ajudam a prevenir doenças, tratar problemas de saúde e promover o bem estar.
Incluem, por exemplo, estratégias para reforçar hospitais, legislações sobre segurança alimentar, campanhas contra o tabaco, programas de vacinação, normas de qualidade dos serviços e ações para garantir equidade no acesso à saúde. No fundo, são as orientações que moldam como um sistema de saúde funciona e responde às necessidades das pessoas.
A saúde da criança refere se ao estado de bem estar físico, mental, emocional e social dos bebés, crianças e adolescentes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, proteger e melhorar a saúde infantil é fundamental para o desenvolvimento humano e para o futuro das comunidades. A saúde da criança envolve crescimento saudável, nutrição adequada, prevenção de doenças, vacinação, acesso a cuidados de saúde, e também um ambiente seguro que permita aprender, brincar e desenvolver todo o seu potencial.
Inclui ainda fatores como desenvolvimento cognitivo e emocional, proteção contra violência e negligência, e oportunidades de crescer em condições que favoreçam o bem estar.
A saúde do adolescente diz respeito ao bem estar físico, mental, emocional e social de jovens entre os 10 e os 19 anos, fase considerada pela Organização Mundial da Saúde como a transição entre a infância e a idade adulta.
Nesta etapa da vida, ocorrem mudanças rápidas no corpo, no pensamento e no comportamento, o que influencia a forma como os adolescentes se relacionam, tomam decisões e lidam com emoções. A saúde do adolescente abrange aspetos como nutrição, atividade física, saúde mental, saúde sexual e reprodutiva, prevenção de lesões e comportamentos de risco (como uso de substâncias).
Garantir a saúde nesta fase envolve oferecer informação adequada, acesso a serviços de saúde inclusivos e eficazes, apoio emocional e ambientes seguros em casa, na escola e na comunidade, que permitam aos adolescentes desenvolverem-se plenamente.
A saúde do idoso refere se ao bem estar físico, mental, emocional e social das pessoas com 60 ou mais anos, idade a partir da qual a OMS considera alguém como pessoa idosa.
Com o envelhecimento, o organismo passa por mudanças naturais que podem afetar a capacidade física e cognitiva, aumentando o risco de doenças crónicas, fragilidade, quedas, demência, depressão ou dores persistentes.
No entanto, a OMS sublinha que envelhecer com saúde significa manter a capacidade funcional, isto é, conseguir fazer as atividades do dia a dia, manter autonomia, relacionar se, participar na comunidade e viver em ambientes que apoiem o bem estar.
Cuidar da saúde do idoso inclui prevenir doenças, promover estilos de vida saudáveis, garantir acesso a cuidados de saúde adequados, apoiar a saúde mental e criar condições seguras e inclusivas na família e na sociedade.
Os cuidados paliativos são uma abordagem de saúde que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida de pessoas com doenças graves, incuráveis ou potencialmente fatais, bem como das suas famílias. Segundo a Organização Mundial da Saúde, estes cuidados previnem e aliviam o sofrimento através da identificação e tratamento precoce da dor e de outros problemas de ordem física, psicológica, social ou espiritual.
Os cuidados paliativos não procuram acelerar nem adiar a morte — focam-se em ajudar a pessoa a viver o mais ativamente possível, com conforto e dignidade, oferecendo também apoio à família durante a doença e no luto. Geralmente envolvem equipas multidisciplinares, como médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas e voluntários.
A saúde e bem estar refere se a um estado de equilíbrio físico, mental e social, e não apenas à ausência de doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde, “saúde é um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.
Isso significa que ser saudável envolve sentir se bem no corpo, ter equilíbrio emocional, relacionar se positivamente com os outros e viver em condições que permitam segurança, participação e qualidade de vida. O bem estar inclui também capacidade de lidar com desafios, aproveitar oportunidades, desenvolver talentos e viver de forma plena.
As doenças infecciosas são doenças causadas por microrganismos como bactérias, vírus, parasitas ou fungos, que podem passar de uma pessoa para outra, direta ou indiretamente.
Isto significa que podem espalhar se através do ar, do contacto físico, de alimentos ou água contaminados, de objetos partilhados ou até de picadas de insetos. Exemplos incluem gripe, COVID 19, tuberculose, VIH, malária e gastroenterites.
Estas doenças são muito importantes em saúde pública porque podem espalhar se rapidamente e causar surtos ou epidemias.
A saúde global é a área que estuda e atua sobre problemas de saúde que afetam pessoas em todo o mundo, independentemente do país onde vivem. Inclui temas como doenças que atravessam fronteiras, desigualdades de saúde entre países, acesso a cuidados, impacto das mudanças climáticas e outros desafios que exigem cooperação internacional.
Segundo a literatura científica e organizações internacionais, a saúde global procura melhorar a saúde de todas as populações e reduzir desigualdades, combinando investigação, políticas públicas e ações práticas.
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