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O consentimento, numa relação, significa que todas as pessoas envolvidas concordam livremente com o que está a acontecer, sentem se respeitadas e têm a possibilidade de dizer “sim” ou “não” sem pressão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO) e com a orientação das Nações Unidas sobre educação em sexualidade, o consentimento baseia se no respeito, na comunicação clara e na autonomia sobre o próprio corpo, sendo essencial para relações saudáveis e seguras.
Fontes de saúde pública como o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) explicam que o consentimento tem de ser mútuo, contínuo e claro, o que significa que deve existir em todos os momentos da relação e pode ser retirado a qualquer altura. Dizer “sim” uma vez não significa dizer “sim” sempre. A UNICEF reforça que, em relações entre jovens, o consentimento está ligado a sentir-se seguro, confortável e ouvido, e que qualquer forma de pressão, medo ou silêncio não é consentimento.
Fontes de saúde pública como o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) explicam que o consentimento tem de ser mútuo, contínuo e claro, o que significa que deve existir em todos os momentos da relação e pode ser retirado a qualquer altura. Dizer “sim” uma vez não significa dizer “sim” sempre. A UNICEF reforça que, em relações entre jovens, o consentimento está ligado a sentir-se seguro, confortável e ouvido, e que qualquer forma de pressão, medo ou silêncio não é consentimento.
A saúde sexual e reprodutiva diz respeito ao bem estar físico, mental e social relacionado com o corpo, a sexualidade e a capacidade de ter filhos, ao longo da vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO), ter saúde sexual e reprodutiva significa poder viver a sexualidade de forma segura, respeitosa e informada, sem violência, coerção ou discriminação, e poder decidir livremente se, quando e como ter filhos.
A United Nations Population Fund (UNFPA) explica que a saúde sexual e reprodutiva inclui o acesso a informação correta sobre o corpo e a puberdade, a prevenção de infeções sexualmente transmissíveis, o acesso a métodos contracetivos, cuidados durante a gravidez e o parto, e o direito de tomar decisões sobre o próprio corpo. Para os adolescentes, isto implica receber educação adequada à idade, sentir se respeitado nas relações e ter acesso a serviços de saúde seguros e confidenciais.
A United Nations Population Fund (UNFPA) explica que a saúde sexual e reprodutiva inclui o acesso a informação correta sobre o corpo e a puberdade, a prevenção de infeções sexualmente transmissíveis, o acesso a métodos contracetivos, cuidados durante a gravidez e o parto, e o direito de tomar decisões sobre o próprio corpo. Para os adolescentes, isto implica receber educação adequada à idade, sentir se respeitado nas relações e ter acesso a serviços de saúde seguros e confidenciais.
As infeções sexualmente transmissíveis (ISTs) são infeções causadas por bactérias, vírus ou parasitas que se transmitem principalmente através de contacto sexual, incluindo sexo vaginal, oral ou anal. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO), as ISTs podem afetar qualquer pessoa que tenha contacto sexual, mesmo quando não existem sintomas visíveis.
A OMS explica que muitas ISTs não causam sinais ou sintomas, o que significa que uma pessoa pode estar infetada sem saber e transmiti la a outra pessoa. Algumas ISTs são curáveis, como a clamídia, a gonorreia e a sífilis, enquanto outras não têm cura, como o VIH ou o herpes, mas podem ser tratadas para controlar os sintomas.
As ISTs podem ter consequências para a saúde sexual e reprodutiva, como dor, infertilidade ou complicações na gravidez, mas a prevenção, o uso do preservativo, a testagem regular e o acesso a cuidados de saúde ajudam a proteger a saúde e a reduzir riscos, especialmente entre jovens.
A OMS explica que muitas ISTs não causam sinais ou sintomas, o que significa que uma pessoa pode estar infetada sem saber e transmiti la a outra pessoa. Algumas ISTs são curáveis, como a clamídia, a gonorreia e a sífilis, enquanto outras não têm cura, como o VIH ou o herpes, mas podem ser tratadas para controlar os sintomas.
As ISTs podem ter consequências para a saúde sexual e reprodutiva, como dor, infertilidade ou complicações na gravidez, mas a prevenção, o uso do preservativo, a testagem regular e o acesso a cuidados de saúde ajudam a proteger a saúde e a reduzir riscos, especialmente entre jovens.
A menstruação é um processo natural do corpo que faz parte do ciclo menstrual. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO), acontece quando não ocorre uma gravidez e o corpo elimina, através da vagina, o revestimento do útero, o que provoca sangramento durante alguns dias.
Este processo começa normalmente durante a puberdade, geralmente entre os 9 e os 15 anos, embora a idade possa variar bastante de pessoa para pessoa. A UNICEF explica que a menstruação é um sinal de que o corpo está a desenvolver se e que não é uma doença nem algo “sujo” ou vergonhoso, apesar dos mitos e estigmas que ainda existem.
A menstruação faz parte da saúde sexual e reprodutiva. Ter informação correta, acesso a produtos menstruais e apoio ajuda a viver este processo com mais conforto, segurança e confiança, especialmente durante a adolescência.
Este processo começa normalmente durante a puberdade, geralmente entre os 9 e os 15 anos, embora a idade possa variar bastante de pessoa para pessoa. A UNICEF explica que a menstruação é um sinal de que o corpo está a desenvolver se e que não é uma doença nem algo “sujo” ou vergonhoso, apesar dos mitos e estigmas que ainda existem.
A menstruação faz parte da saúde sexual e reprodutiva. Ter informação correta, acesso a produtos menstruais e apoio ajuda a viver este processo com mais conforto, segurança e confiança, especialmente durante a adolescência.
A contraceção refere se aos métodos e práticas usados para evitar uma gravidez. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS/WHO), a contraceção permite às pessoas decidir se, quando e quantos filhos querem ter, sendo uma parte essencial da saúde sexual e reprodutiva e dos direitos humanos.
A United Nations Population Fund (UNFPA) explica que a contraceção ajuda a prevenir gravidezes não planeadas, protege a saúde física e emocional e permite que os jovens façam escolhas mais informadas sobre o seu corpo e o seu futuro. Para os adolescentes, o acesso a informação correta e a serviços de saúde amigos dos jovens é fundamental para tomar decisões seguras e responsáveis.
Alguns métodos contracetivos, como o preservativo, também ajudam a prevenir infeções sexualmente transmissíveis (ISTs). A OMS sublinha que a contraceção não incentiva comportamentos de risco, mas sim promove autonomia, proteção da saúde e bem estar quando utilizada de forma informada.
A United Nations Population Fund (UNFPA) explica que a contraceção ajuda a prevenir gravidezes não planeadas, protege a saúde física e emocional e permite que os jovens façam escolhas mais informadas sobre o seu corpo e o seu futuro. Para os adolescentes, o acesso a informação correta e a serviços de saúde amigos dos jovens é fundamental para tomar decisões seguras e responsáveis.
Alguns métodos contracetivos, como o preservativo, também ajudam a prevenir infeções sexualmente transmissíveis (ISTs). A OMS sublinha que a contraceção não incentiva comportamentos de risco, mas sim promove autonomia, proteção da saúde e bem estar quando utilizada de forma informada.
A saúde sexual positiva é uma abordagem que valoriza o bem estar físico, emocional, mental e social relacionado com a sexualidade. Vai além da ausência de doenças e centra se no respeito, no consentimento, na informação correta, na segurança, no prazer e na capacidade de tomar decisões livres e responsáveis.
Ter saúde sexual positiva implica conhecer o próprio corpo, respeitar limites, comunicar de forma clara e viver a sexualidade sem medo, discriminação ou violência. Inclui também o acesso a serviços de saúde, educação sexual adequada à idade e ambientes seguros.
Durante a adolescência, a saúde sexual positiva ajuda os jovens a desenvolver autoestima, relações saudáveis e uma relação informada e respeitosa com o próprio corpo e com os outros.
Ter saúde sexual positiva implica conhecer o próprio corpo, respeitar limites, comunicar de forma clara e viver a sexualidade sem medo, discriminação ou violência. Inclui também o acesso a serviços de saúde, educação sexual adequada à idade e ambientes seguros.
Durante a adolescência, a saúde sexual positiva ajuda os jovens a desenvolver autoestima, relações saudáveis e uma relação informada e respeitosa com o próprio corpo e com os outros.
A saúde e sexualidade na adolescência referem se ao bem estar físico, emocional, mental e social relacionado com o desenvolvimento do corpo, das emoções, das relações e da identidade durante esta fase da vida. A adolescência é um período de mudanças naturais, em que surgem novas questões sobre o corpo, os sentimentos, a atração, os limites e o respeito.
Ter uma abordagem saudável da sexualidade envolve receber informação correta e adequada à idade, compreender o próprio corpo, respeitar os outros e tomar decisões informadas e responsáveis. A saúde e sexualidade incluem temas como o consentimento, a autoestima, as relações saudáveis, a prevenção de infeções e a proteção do bem estar emocional.
Promover a saúde e sexualidade na adolescência ajuda os jovens a desenvolver confiança, autonomia e respeito, permitindo viver a sexualidade de forma segura, positiva e livre de discriminação ou violência.
Ter uma abordagem saudável da sexualidade envolve receber informação correta e adequada à idade, compreender o próprio corpo, respeitar os outros e tomar decisões informadas e responsáveis. A saúde e sexualidade incluem temas como o consentimento, a autoestima, as relações saudáveis, a prevenção de infeções e a proteção do bem estar emocional.
Promover a saúde e sexualidade na adolescência ajuda os jovens a desenvolver confiança, autonomia e respeito, permitindo viver a sexualidade de forma segura, positiva e livre de discriminação ou violência.
A saúde e os direitos sexuais e reprodutivos referem se ao bem estar físico, emocional, mental e social relacionado com a sexualidade e a reprodução, bem como ao direito de cada pessoa tomar decisões informadas, livres e responsáveis sobre o seu corpo e a sua vida.
Isto inclui o acesso a informação correta e adequada à idade, a serviços de saúde de qualidade, à confidencialidade, ao consentimento informado e à proteção contra discriminação, violência ou coerção. Os direitos sexuais e reprodutivos abrangem temas como planeamento familiar, saúde menstrual, prevenção de infeções, relações seguras e respeito pela diversidade.
Na adolescência, a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais para desenvolver autonomia, autoestima e relações saudáveis, permitindo aos jovens viver a sexualidade de forma segura, informada e com respeito pelos próprios direitos e pelos direitos dos outros.
Isto inclui o acesso a informação correta e adequada à idade, a serviços de saúde de qualidade, à confidencialidade, ao consentimento informado e à proteção contra discriminação, violência ou coerção. Os direitos sexuais e reprodutivos abrangem temas como planeamento familiar, saúde menstrual, prevenção de infeções, relações seguras e respeito pela diversidade.
Na adolescência, a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos são fundamentais para desenvolver autonomia, autoestima e relações saudáveis, permitindo aos jovens viver a sexualidade de forma segura, informada e com respeito pelos próprios direitos e pelos direitos dos outros.
A sexualidade online refere-se à forma como questões relacionadas com a sexualidade, as relações, a identidade, a atração e a intimidade são exploradas, vividas e expressas através da internet e de ambientes digitais. Inclui interações em redes sociais, mensagens privadas, jogos online, conteúdos digitais e plataformas de partilha.
O ambiente online pode permitir acesso a informação, apoio, expressão pessoal e contacto com outras pessoas, o que pode ser positivo para o autoconhecimento e a educação sexual. No entanto, também pode trazer riscos, como exposição a conteúdos inadequados, pressão, desinformação, partilha não consentida de imagens ou contactos indesejados.
Viver a sexualidade online de forma saudável implica respeito pelos próprios limites e pelos dos outros, consentimento, proteção da privacidade e uso seguro das tecnologias. Ter informação correta e procurar apoio quando algo causa desconforto ajuda a proteger a saúde emocional e o bem estar digital.
O ambiente online pode permitir acesso a informação, apoio, expressão pessoal e contacto com outras pessoas, o que pode ser positivo para o autoconhecimento e a educação sexual. No entanto, também pode trazer riscos, como exposição a conteúdos inadequados, pressão, desinformação, partilha não consentida de imagens ou contactos indesejados.
Viver a sexualidade online de forma saudável implica respeito pelos próprios limites e pelos dos outros, consentimento, proteção da privacidade e uso seguro das tecnologias. Ter informação correta e procurar apoio quando algo causa desconforto ajuda a proteger a saúde emocional e o bem estar digital.